sexta-feira, 24 de abril de 2009

A Importância da Denuncia.




Através da denuncia realizada, este conselho chegou a uma residência onde o Padrasto explorava sexualmente as filhas de sua companheira.


Com uma delas o abusador já tinha dois filhos, e com a outra este por diversas vezes abusou sem nunca ter consumado o estupro.


Graças a DENUNCIA esse Abuso chegou ao fim, com a prisão do acusado.


Precisamos de você para descobrir casos como esse e outros que existem nesta cidade de violação dos direitos da criança e do Adolescente.

Contato do Conselho: 3731-3845

9602-1283

9602-1291

E-mail: conselhotutelar.scc@gmail.com

sexta-feira, 27 de março de 2009

Violência Sexual


Essa tipo de violência é especialmente danosa por interferir perigosamente nos afetos e sensações, na auto-imagem, nos relacionamentos, nas possibilidades de viver o prazer e o desprazer, emfim, na sexualidade, que é aspecto fundamental da vida, da saúde física e mental e da singularidade de cada sujeito.

Trata-se de uma situação que pouco se dão a conhecer principalmente pelo "pacto de silencio" que se faz na maioria dos casos que envolvem abuso sexual. Não seja conivente com o abuso- DENUNCIE!

O abuso sexual é uma situação em que uma criança ou adolescente é invadido em sua sexualide e usado para gratificação sexual do adulto ou mesmo um adolescente mais velho. Pode incluir desde carícias, manipulação dos genitais, mama ou ânus, exibisionismo e até o ato sexual com ou sem penetração.

Muitas vezes o agressor pode ser um membro da própria família ou pessoa com quem a criança convive ou frequenta o curriculo famíliar.

A família e a escola são parceiros essenciais na prevenção e no trato da violência sexual. Todos juntos em defesa da criança e do adolescente. Esse é o objetivo do Conselho Tutelar, DENUNCIE 3731-3845.

Violência Psicológica


A violência psicolóigica é uma das formas mais difíceis de detectar. Pode apresentar-se tanto no convívio familiar quanto em outros ambientes. Suas várias expressões são: rejeitar, isolar, ignorar, aterrorizar por meio de agressões verbais, criar expectativas ou exigências exageradas quanto ao seu rendimento escolar ou demais capacidades, interferir de forma a gerar sentimenos negativos ou depreciativos de sua auto-imagem ou mesmo conduzir a comportamentos destrutivos.

Violência Física


Qualquer ação unica ou repetida, não acidental, cometida por um agente agressor adulto ou mais velho, que provoque dano físico à criança ou adolescente. O dano pode variar de lesões leve a conseqüencias extremas como a morte. O habito de bater em crianças ou ainda plicar "surras" como parte da "boa" educação é um grande dificultador para a percepção dos imensos prejuízos à saúde física e mental causados pelo abuso físico.

O Abandono


É uma forma comum de violencia principalmente pelas precárias condições de vida de grande parcela da população. Caracteriza-se pela ausência do responsável pela criança ou adolescente. Pode ser parcial que é ausencia temporaria dos pais, o que pode prepiciar uma situação de risco; ou o abandono total que é o afastamento do grupo familiar, implicando falta de habitação, alimentação, desamparo e exposição a muitos perigos. Na maioria das vezes não podemos culpabilizar as famílias quando o Estado, por exemplo, não oferece vagas em creches e pré-escola em número suficiente para todos que nescessitam.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Especialista diz que pedofilia em Catanduva é 'tragédia'



Pai e mãe de crianças vítimas de abuso sexual em Catanduva depõem de máscara

(Foto: Roney Domingos/ G1)

Psicóloga dará curso sobre prevenção de abuso sexual de crianças.
Doutora em Psicologia e coordenadora do Laboratório de Análise e Prevenção da Violência (Laprev) da Universidade de São Carlos, a professora Lúcia Cavalcanti de Albuquerque Williams classificou de "tragédia" a suspeita de abuso sexual contra pelo menos 40 crianças e adolescentes em Catanduva, cidade localizada a 385 km de São Paulo.
Lúcia Cavalcanti disse ao G1 que o curso, de caráter preventivo, faz parte do programa Escola que Protege, do Ministério da Educação, voltado a cidades brasileiras próximas a rotas de exploração sexual, onde estatísticas mostraram crianças desprotegidas da ação de exploradores sexuais.

O curso tem 60 horas de duração e, de acordo com a professora, nem todas as aulas são teóricas. Há também atividades práticas e de consultoria. Até agora, de acordo com ela, o curso de capacitação atendeu mil professores do ensino básico e cerca de 200 profissionais da área forense.

Lúcia conta que o projeto começou em 2005, com um projeto e tese de mestrado - defendido em 2006 - pela professora Rachel Brino, que trabalhou com professores de escolas infantis mostrando que eles podem ser úteis na prevenção do abuso sexual infantil.

(Foto: Roney Domingos/ G1)