
Pai e mãe de crianças vítimas de abuso sexual em Catanduva depõem de máscara
(Foto: Roney Domingos/ G1)
Psicóloga dará curso sobre prevenção de abuso sexual de crianças.
Doutora em Psicologia e coordenadora do Laboratório de Análise e Prevenção da Violência (Laprev) da Universidade de São Carlos, a professora Lúcia Cavalcanti de Albuquerque Williams classificou de "tragédia" a suspeita de abuso sexual contra pelo menos 40 crianças e adolescentes em Catanduva, cidade localizada a 385 km de São Paulo.
Lúcia Cavalcanti disse ao G1 que o curso, de caráter preventivo, faz parte do programa Escola que Protege, do Ministério da Educação, voltado a cidades brasileiras próximas a rotas de exploração sexual, onde estatísticas mostraram crianças desprotegidas da ação de exploradores sexuais.
O curso tem 60 horas de duração e, de acordo com a professora, nem todas as aulas são teóricas. Há também atividades práticas e de consultoria. Até agora, de acordo com ela, o curso de capacitação atendeu mil professores do ensino básico e cerca de 200 profissionais da área forense.
Lúcia conta que o projeto começou em 2005, com um projeto e tese de mestrado - defendido em 2006 - pela professora Rachel Brino, que trabalhou com professores de escolas infantis mostrando que eles podem ser úteis na prevenção do abuso sexual infantil.
Doutora em Psicologia e coordenadora do Laboratório de Análise e Prevenção da Violência (Laprev) da Universidade de São Carlos, a professora Lúcia Cavalcanti de Albuquerque Williams classificou de "tragédia" a suspeita de abuso sexual contra pelo menos 40 crianças e adolescentes em Catanduva, cidade localizada a 385 km de São Paulo.
Lúcia Cavalcanti disse ao G1 que o curso, de caráter preventivo, faz parte do programa Escola que Protege, do Ministério da Educação, voltado a cidades brasileiras próximas a rotas de exploração sexual, onde estatísticas mostraram crianças desprotegidas da ação de exploradores sexuais.
O curso tem 60 horas de duração e, de acordo com a professora, nem todas as aulas são teóricas. Há também atividades práticas e de consultoria. Até agora, de acordo com ela, o curso de capacitação atendeu mil professores do ensino básico e cerca de 200 profissionais da área forense.
Lúcia conta que o projeto começou em 2005, com um projeto e tese de mestrado - defendido em 2006 - pela professora Rachel Brino, que trabalhou com professores de escolas infantis mostrando que eles podem ser úteis na prevenção do abuso sexual infantil.
(Foto: Roney Domingos/ G1)
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